Em duo
com o tenor Peter Pears, renovou o repertório para canto e violão, além de
ressuscitar o repertório elizabetano de canções para voz alaúde. Uma das mais
célebres obras escritas e dedicadas a ele é o Nocturnal after John Dowland op.
70, de Benjamin Britten.
Intervindo
junto a compositores para a renovação e atualização do repertório, Julian Bream
pode ser considerado um continuador da forma de trabalho de Andres Segóvia,
com algumas importantes diferenças. Por exemplo, o repertório surgido sob a
influência de Bream é de linguagem mais contemporânea do que as preferências
neoclássicas dos compositores segovianos. Seus colaboradores incluem Walton, Britten, Hawshtorne, Reginald
Smith-Brindle, Berkeley, Hans Werner Henze e muitos outros.

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